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A Lenda da Espada encanta graças à parceria com a sétima arte


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Esta postagem foi publicada em 18 de maio de 2017 Cinema, Vídeos.

Mais uma vez a história do Rei Arthur é retratada nas telonas, mas o foco é diferente e há equívocos da direção

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Se for feita uma contagem de quanto o nome Rei Arthur (da antiga Inglaterra) serviu de tema para filmes, será impressionante. Por exemplo, segundo o site especializado em cinema IMB, foram 146 produções desde 1909, muitas vezes até como comédia, no caso, Na Corte do Rei Arthur, musical com Bing Crosby e Joan Fontaine, em que se fazia uma visita à corte do rei, mas em 1949.

Ou a pioneira aventura em Cinemascope de 1953, Os Cavaleiros da Távola Redonda, com Robert Taylor como Sir Lancelot disputando o amor de Guenevere, feita pela sempre bela Ava Gardner.

Teve, ainda, O Príncipe Valente, baseado em História em Quadrinhos de 54; O Espadachim Negro (54) com Alan Ladd; Lancelot – O Cavaleiro de Ferro (63), com o então astro Cornel Wilde; a animação da Disney A Espada era a Lei (63); o musical da Broadway, Camelot (67), feito no cinema com Richard Harris e Vanessa Redgrave.

Tem mais a comédia Monty Python – Em busca do Cálice Sagrado (75); Excalibur (81), de John Boorman com Nigel Terry e Helen Mirren; Lancelot – O Primeiro Cavaleiro (95), com Sean Connery.

E muitas, mas muitas séries de tevê e até uma ficção espacial breve em Transformers – O Último Cavaleiro. Qual deles é o melhor? Possivelmente teria sido Excalibur! É um dos mais próximos da famosa lenda.

O que não é a proposta de Guy Ritchie neste Rei Arthur – A Lei da Espada, que estreia. O diretor, mais famoso como ex-marido de Madonna, é um bem-sucedido realizador de aventuras de Sherlock Holmes (com Downey Jr), mas irregular como diretor de aventuras policiais violentas, rápidas, mas até com alguma frequência, divertidas.

Podemos citar, entre elas, Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (98), Snatch, Porcos e Diamantes (00) e Rockn’ Rolla – A Grande Roubada (08). Mas é sempre bom lembrar que o filme anterior a este foi o desastroso e patético O Agente da U.N.C.L.E. (15), e já se anuncia dele outro Sherlock Holmes e um certo Aladdim!

Na trama de Rei Arthur – A Lei da Espada, Arthur (Charlie Hunnam) é um jovem das ruas que controla os becos de Londonium e desconhece sua predestinação até o momento em que entra em contato pela primeira vez com a Excalibur.

Desafiado pela espada, ele precisa tomar difíceis decisões, enfrentar seus demônios e aprender a dominar o poder que possui para conseguir, enfim, unir seu povo e partir para a luta contra o tirano Vortigern, que destruiu sua família.

Mesmo antes de estrear nos EUA, os críticos norte-americanos estavam dizendo que o mais provável era que esta aventura iria ser um desastre de bilheteria. Por várias razões, mas principalmente pelo auto custo, que teria sido de US$ 175 milhões. E só rendeu menos de US$ 15 milhões.

A explicação seria além da concorrência de outros blockbusters, o fato de que já houve filmes demais sobre o tema e este aqui foge bastante do assunto. Embora isso possa ser sua maior qualidade, e até o diferencial, é meio esquisito, já que a sede do que viria futuramente a ser Camelot (e teria os Cavaleiros da Távola Redonda) é mostrada de maneira muito rápida, com velocidade de videogame, e direção de arte muito rebuscada, mas curiosa.

Preste atenção na figura dos elefantes gigantescos (e em chamas), na profusão de cobras, no castelo com ponte que parece a do filme de Harry Potter e, principalmente, um elenco feminino extremamente passivo e neutro. Até mesmo com formas semelhantes a sereias.

Tenho restrições ao ator central, Charlie Hunnam, que estreou garoto na série de tevê britânica e muito detalhada, Queer as Folk. Depois, muito esforçado, foi escalando uma carreira até promissora, principalmente com outra série cult, Filhos da Anarquia.

Por outro lado, não conseguiu emplacar no longa Círculo de Fogo. Faltou-lhe carisma e empatia, fato que se repete neste Arthur…

Também atrapalha bastante o filme o fato da história ser situada praticamente em cenários e sets sombrios e decadentes. E o fato de quase tudo ser muito previsível. Charlie seria o herói evidentemente que viria a ser futuramente o Arthur, ainda que não um rei.

O problema é que seu figadal inimigo é o manda-chuva local, que é um bonitão capaz de tudo. O diretor chamou para o papel de Vortigem o ator Jude Law, que está também nos seus filmes de Sherlock Holmes, como Dr. Watson. Por mais que se esforce, ele é galã demais para segurar um personagem maquiavélico e delirante como Vortigem. Aliás, fora eles quase não há atores coadjuvantes. E o tom frenético do longa não faz lembrar, como desejaram, cenas de Game of Thrones.

Não que o filme seja ruim. Nem tanto é isso. É o que os norte-americanos chamam de origin story (história da origem), ou seja, apenas centrado demais nas mesmas paisagens e situações. Outro problema é que nenhum dos atores coadjuvantes tem a oportunidade de uma presença mais forte ou mais impressionante.

Ainda mais sendo que castelos e as figurações, notavelmente, estão falsas. Os norte-americanos chamam Arthur – A Lei da Espada de hiperativo, barulhento e bombástico. Um filme vulgar para uma época vulgar!

Rei Arthur – A Lei da Espada (King Arthur) Inglaterra, 2017. Direção de Guy Ritchie. 2h06m. Warner. Com Charlie Hunnam, Jude Law, Djimon Honsou, Eric Bana, Astrid Bergés Frisbey, Aidan Gillen, Freddie Fox, Tom Wu, Annabelle Wallis. David Beckman (o ex-jogador de futebol) faz uma ponta como Trigger.

Cinemark Praiamar/ Roxy Gonzaga/ Roxy Brisamar/ Roxy Cubatão e Cinesystem PG


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