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Jô Soares se desentende com entrevistados


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Esta postagem foi publicada em 12 de outubro de 2016 Notícias Barra Lateral, Top Famosos.

Jô Soares recebeu a socióloga Esther Solano e os jornalistas Bruno Paes Manso e Willian NovaesDIVULGAÇÃO/GLOBO

Jô Soares se desentendeu com entrevistados de seu programa na noite de anteontem. O apresentador recebeu a socióloga Esther Solano e os jornalistas Bruno Paes Manso e Willian Novaes, autores do livro “Mascarados: A Verdadeira História dos Adeptos da Tática Black Bloc”.
No início da conversa, Jô perguntou a Esther por que ela havia se dedicado a um tema “tão tenebroso” e associou a prática black bloc à violência nazista. Desconfortável, ela disse que não se tratava de um assunto “tão tenebroso assim” e que não havia encontrado, durante a pesquisa, nenhum integrante com discurso fascista.
O apresentador afirmou ter visto black blocs usando camisas estampadas com suásticas, símbolo do nazismo alemão. Esther falou que certamente se travava de uma minoria. “Por um (indivíduo) você não pode intitular o resto, né? Um não é massa.”
Jô voltou a mencionar a agressividade dos atos e disse em tom irônico: “Mas você tirou de letra, né? Levou bomba, gás, foi almoçar com eles…”, em referência à maneira como Esther conduziu o estudo para o livro. “É, porque pesquisa é assim. Também pesquisei e fiquei um tempo com pessoas que pediam intervenção militar na Paulista (durante os protestos contra a ex-presidente Dilma Rousseff)”, respondeu.
“Eu vi manifestações apenas de destruição. Estou te falando porque minha posição política é totalmente anárquica, faço crítica a todos eles. Você está falando de 70 jovens no Brasil, mas é um movimento mundial. Imagine a força que a TV dá para esse movimento”, opinou Jô.
Os outros autores pouco participaram da discussão. “A ideia do trabalho é dar voz a quem está por trás das máscaras”, afirmou Esther. Ela explicou a visão dos manifestantes com quem conversou: “Cometemos violência contra bancos para mostrar que o sistema é violento. Não sou eu que sou vândalo porque estou jogando pedra, o Banco do Brasil que é por suas taxas de juros. Não adianta fazer isso nas quebradas porque jornalistas não vão até lá”.
Morte
Irritado, Jô mencionou o caso do cinegrafista Santiago Andrade, morto em fevereiro de 2014 após ser atingido por um rojão enquanto cobria manifestações no Rio. “E o jornalista que morreu com essa violência? Tudo bem?”
Os convidados disseram que “claro que não estava tudo bem” e seguiram o debate. O clima esquentou ainda mais quando a pesquisadora falou que a comparação que Jô estava fazendo não era honesta. “Você comparar black blocs com a violência nazista me parece que não é honesto. Em um estamos falando de violência contra objetos, em outro, de um extermínio (de judeus). Acho que não é equilibrado.” A entrevista seguiu em clima tenso, com o apresentador pedindo para não ser interrompido por um dos jornalistas. (Folhapress)

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