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Não Gostou? Ta lendo Porque? Vamos olhar também o lado do policial


policial
Esta postagem foi publicada em 7 de junho de 2016 Brasil, Notícias Barra Lateral.

O policial é culpado ou inocente?

“Como ele (o policial que deu um disparo na cabeça do menino) não viu que era uma criança, meu Deus? Ele não tem filho?”

O dasabafo feito pela doméstica Cintia Ferreira Francelino, no IML (Instituto Médico-Legal), após vestir o filho Italo Ferreira de Jesus Siqueira, de 10 anos, foi de cortar o coração, mas também revela uma verdade dura e crua sobre o caso do menino morto após roubar um carro: o policial realmente não viu que era uma criança.

Ítalo morreu durante uma perseguição policial na rua José Ramon Urtiza, Vila Andrade, zona sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (2). O menino e outro menor, de 11 anos, fugiam em direção à favela de Paraisópolis após roubarem um carro quando foram baleados pela polícia.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, os dois menores pularam o muro de um condomínio na Vila Andrade no fim da tarde de ontem e roubaram um carro. A Polícia Militar foi acionada por volta das 19h para acompanhar o veículo que trafegava de maneira suspeita.

Durante a fuga, Ítalo, que dirigia o veículo, bateu na traseira de um ônibus e disparou contra os policiais. Ainda segundo informações do boletim de ocorrência, os PMs revidaram. Ítalo caiu morto na mesma hora e o amigo foi levado ao 89º Distrito Policial.

Considerando as informações do B.O., os policiais que participaram da perseguição não tinham como saber que se tratava de duas crianças. Um PM que estava de moto caiu e, em seguida, se levantou e atirou contra o vidro do motorista.

O PM atingiu a cabeça de Ítalo, mas não tinha como ver que quem conduzia o veículo de vidros escuros era um menino de 10 anos.

Ninguém fala, mas no calor de uma ocorrência, polícia é polícia, e bandido é bandido. Quem está fugindo roubando um carro é o autor de um delito, de um crime. Não é o mocinho. O mocinho, nestes casos, é quem está do lado da lei. Se o meliante escapa do cerco, foge, e, segundo o relato dos PMs, revida a tiros, a defesa é na mesma moeda.

Não gostou? Tá lendo por que?

R7 por Bruno Krasnoyev


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