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Nova delação da Camargo Corrêa coloca Puccinelli, Ex-prefeito Roberson Moreira e Temer na mira da Lava Jato


Esta postagem foi publicada em 20 de janeiro de 2017 Destaques 1, Notícias em Destaques Slide Topo, Política, Ribas do Rio Pardo.

O recall da delação de executivos da empreiteira Camargo Corrêa deve levar a Lava Jato a fazer uma devassa em contratos de obras municipais e estaduais por todo o Brasil. A necessidade de a construtora refazer seu acordo é um efeito colateral da delação de 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht, que mencionaram casos de corrupção em contratos de outras empresas e não foram citados anteriormente.

roberson

Visto com receio por advogados, o recall é de interesse tanto de investigadores como de empreiteiras. Para os procuradores, as informações vão complementar a delação da Odebrecht de modo a alcançar todas as esferas de governo e políticos ligados aos principais partidos. As empresas apostam no aditamento para evitar que os acordos já assinados sejam invalidados pela Justiça, uma vez que não contemplaram a totalidade dos atos ilícitos praticados.

Para obter novas revelações, o acordo deve incluir mais delatores, o que tem levado as empresas a temer a elevação das multas já negociadas e das penas. A dúvida entre investigadores e advogados é saber como a Justiça vai tratar as informações complementares. A reportagem apurou três possibilidades: os novos fatos podem ser incluídos em aditamentos dos acordos atrelados a condições mais “gravosas” de pena para delatores; executivo e empresa podem ser processados por fatos não apontados anteriormente; e há o risco até de rescisão dos acordos, caso fique provado que as informações foram ocultadas intencionalmente.

No caso da Camargo, fontes ligadas à negociação do recall consideram que a Lava Jato pretende resgatar suspeitas de corrupção apuradas pela Operação Castelo de Areia, de 2009, que havia identificado indícios de irregularidades em pelos menos 12 obras. A operação foi invalidada pela Justiça.

Caixa 2

Relatórios da Castelo de Areia já apontavam indícios de pagamentos indevidos a diversos políticos do Brasil e do Mato Grosso do Sul. A Polícia Federal verificou doações feitas para o Presidente Michel Temer (PMDB) que foi citado 21 vezes, o atual Ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, que teria recebido 637,6 mil dólares, ex-senador Delcidio do Amaral, o ex-governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli citado três vezes, e em MS, o ex-prefeitos de Rio Verde, Glória de Dourados, Alcinópolis, Ribas do Rio Pardo, Deodápolis, Bandeirantes e Aral Moreira. As investigações era sobre o financiamento de campanha pela construtora Camargo Corrêa, em suposta troca de contratos obras públicas.

O comitê do então candidato Edson Luiz de David (PTB), ex-prefeito de Aral Moreira, recebeu R$ 20 mil da construtora. Outros R$ 25 mil foram doados ao comitê do ex-prefeito de Bandeirantes Flávio Gomes.

O prefeito de Rio Verde, Mário Alberto Kruger (PSC), teria recebido R$ 20 mil em eleição anterior. Arceno Athas Júnior (PSB), ex-prefeito de Glória de Dourados, teria recebido R$ 20 mil. O mesmo valor foi doado a Manoel Nunes da Silva, ex-prefeito de Alcinópolis.

Em Ribas do Rio Pardo, o ex-prefeito Roberson Luiz Moreira (PPS) e teria recebido R$ 20 mil da Camargo Corrêa.

Fonte: jornal i9


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