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Por regulamento esdrúxulo, Sport menospreza Copa do Brasil e é eliminado


esporte
Esta postagem foi publicada em 29 de abril de 2016 Esportes, Futebol, Notícias Barra Lateral, Slide Esportes.

Equipe pernambucana escalou “time alternativo” e perdeu duas vezes para o Aparecidense (GO). Com isso, “conquistou” vaga na Sul-Americana

O meia Diego Souza do Sport na partida contra o Aparecidense
O meia Diego Souza foi um dos poucos “titulares” a atuar pelo Sport na Copa do Brasil(Marlon Costa/Futura Press/Folhapress)

O senso comum e o espírito esportivo estabelecem que todas as equipes devam entrar nos campeonatos com o único objetivo de vencer. No entanto, devido ao caótico calendário brasileiro e a um regulamento esdrúxulo, nem sempre isso acontece na Copa do Brasil. Nesta quinta-feira, o Sport foi eliminado da primeira fase do torneio pelo Aparecidense (GO) com duas derrotas. A equipe pernambucana escalou uma equipe “alternativa” e admitiu que não “priorizou” a competição nacional. Graças à eliminação precoce, o time, paradoxalmente, garantiu vaga na Copa Sul-Americana. O caso do Sport – que não é novidade – reabriu uma discussão sobre ética no esporte e falta de competência de quem organiza os regulamentos.

Desde o início do ano, o Sport admitiu que não priorizaria a Copa do Brasil, visando a participação na Sul-Americana. Por isso, escalou uma equipe formada por reservas e atletas sub-20 e foi eliminado com duas derrotas, por 2 a 0, em Goiás, e 2 a 1, na Ilha do Retiro, pelo Aparecidense, time goiano que disputa a Série D do Brasileirão. Em comunicado divulgado em seu site, o clube pernambucano culpou o “regulamento arcaico”.

“Tal decisão baseou-se no planejamento estratégico do clube para 2016 que, além de ter como meta prioritária o Campeonato Brasileiro Série A, visa ainda a conquista de um título internacional. É importante ressaltar que a opção pelo torneio sul-americano não causará mudança no planejamento financeiro, já que a Copa do Brasil e a Sul-Americana se equivalem neste quesito”, afirma o clube em um dos trechos do comunicado.

O Sport revelou ainda que propôs uma solução na última reunião do Conselho Técnico da CBF em 2015: sugeriu que as equipes tivessem a opção de escolher qual competição prefeririam disputar. O clube pernambucano garante que a proposta foi “acatada pela unanimidade dos clubes da série A e, em tese, aceita pela CBF. Para surpresa de todos, porém, a CBF manteve, em 2016, a regra antidesportiva e antiética de eliminação da Sul-Americana do clube que ultrapassar a 3ª. Fase da Copa do Brasil.”

O Sport ainda pediu a “compreensão de toda a nação rubro-negra” por abrir mão da competição que venceu em 2008. A controvertida estratégia de ser eliminado precocemente da Copa do Brasil para disputar a Sul-Americana já foi usada por outros clubes, como Ponte Preta e Náutico, em anos anteriores. Condenável ou não, a opção só tem um culpado: a bagunça que é o calendário brasileiro e sul-americano.

Regulamento – Em 2013, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) alterou o regulamento e o formato da Copa do Brasil, que passou a ser disputada de maio a dezembro e com a participação dos clubes classificados para a Copa Libertadores – que entram no torneio a partir das oitavas de final. Isso, no entanto, teve efeitos nocivos à Copa Sul-Americana, já que é impossível, por questão de calendário, que uma equipe dispute os dois torneios simultaneamente.

Com isso, criou-se uma confusa configuração: os representantes brasileiros na Sul-Americana passaram a ser as equipes mais bem classificadas no Brasileirão do ano anterior e que não estejam classificadas à Libertadores ou às oitavas de final da Copa do Brasil. Por isso, alguns clubes são obrigados a “escolher” se preferem brigar pelo título da Copa do Brasil ou da Sul-Americana.

Ambas as competições dão vaga para a Copa Libertadores do ano seguinte ao campeão e pagam prêmios semelhantes. No entanto, a Sul-Americana parece ter se tornado uma competição mais atraente para os clubes médios do Brasil, por ser tratar de um torneio, em tese, mais prestigioso e, possivelmente, mais fácil de conquistar, devido à ausência dos principais rivais brasileiros.

Além de levantar discussões morais sobre abrir mão ou não de uma competição, o regulamento ainda pune o futebol brasileiro de maneira geral. Desde que houve a mudança, nenhum clube do país venceu a Sul-Americana (os últimos campeões foram Lanús, River Plate e Santa Fe) e, com isso, o país perdeu uma vaga na Copa Libertadores. Em 2016, além de seis vagas referentes ao Brasileirão, a Sul-Americana contará com os campeões da Copa do Nordeste e da Copa Verde (contanto que as equipes não estejam classificadas na Copa do Brasil). Pois é, às vezes, é melhor nem tentar entender.

(da redação)


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