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PRF que matou empresário “induziu polícia ao erro” e MP pede prisão preventiva


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Esta postagem foi publicada em 5 de janeiro de 2017 Notícias Barra Lateral, Notícias da Região.

O Ministério Público Estadual (MPE) pede à Justiça que o policial rodoviário federal Ricardo Hyun Su Moon, de 47 anos, seja preso preventivamente. O agente que matou a tiros o empresário Adriano Correia, de 32 anos, não é visto desde o domingo (1º), quando foi solto por ordem de juiz de plantão. No pedido feito ontem (3) e protocolado hoje no judiciário, os promotores afirmam que o PRF induziu forças de segurança ao erro e teve tratamento privilegiado do Poder Público.

PRF não é mais visto desde que foi solto – Foto: Valdenir Rezende/Correio do Estado

Na justificativa apresentada na representação, os promotores João Girelli, Allan Arakaki e Bolívar Vieira afirmam que a procedimento da Polícia Civil no momento do flagrante não foi o correto porque delegado deixou de ouvir, por exemplo, os dois passageiros que estavam no carro conduzido pelo empresário.

“Deixando-se de ouvir as vítimas sobreviventes que se encontravam em suficiente estado de saúde para serem ouvidas no prazo legal de 24 horas”. Ordem para que testemunhas fossem ouvidos chegou, inclusive, a ser feita pelo juiz José de Andrade Neto à Polícia Civil, que só depois colheu os depoimentos.

A decisão do magistrado em libertar o policial também é criticada pelo MP. Para os promotores a atitude “não foi acertada”.

Ainda como justificativa do pedido de prisão preventiva, os promotores afirmam que há indícios que Ricardo Moon “inovou artificiosamente o estado de coisa e pessoa, a fim de induzir os órgãos de segurança a erro, bem como obteve tratamento privilegiado por parte do Poder Público”.

O fato do policial ter trocado de roupa para prestar depoimento à Polícia Civil também é questionada pelo Ministério Público. Os promotores afirmam que imagens de testemunhas revelam que Ricardo cometeu o crime vestido com uma camiseta listrada por cima do uniforme, no entanto, na delegacia ele chegou sem a camiseta, apenas com o uniforme da PRF.

TRABALHO DA POLÍCIA

Outros pedidos do MP foram destinados à delegada Daniela Kades, responsável pela investigação. Os promotores querem que perícia seja feita na avenida para constatar se o empresário desviou de buraco no asfalto e, por isso, invadiu a pista por onde trafegava o policial.

Oitiva de jornalistas que estiveram no local para fazer cobertura do crime, de testemunhas que participavam de velório em frente à avenida, obtenção de vídeos de câmeras de vigilância, de imagens publicadas nas redes sociais, quebra de sigilo telefônico do PRF e elaboração de mapa de trajeto feito por Ricardo de sua casa até o local do crime também foram solicitadas pelos promotores.

Os pedidos serão analisados pela Justiça e não há prazo para decisão.

O CASO

O empresário Adriano Correia foi morto por um policial rodoviário federal após briga de trânsito no dia 31 de dezembro, no Centro de Campo Grande, atingido por cinco disparos, segundo a perícia. Ele sofreu duas perfurações no tórax, uma na costela e outra no braço direito. O crime aconteceu enquanto vítima e dois familiares retornavam de uma casa noturna onde foram comemorar aniversário.

Informações da Polícia Civil apontam que Ricardo Moon teria disparado pelo menos sete vezes. O caso ocorreu na Avenida Presidente Ernesto Geisel, entre a Rua 26 de Agosto e a Avenida Fernando Corrêa da Costa, quase em frente à Capela da Pax Mundial. No cruzamento da 26 com a Ernesto Geisel, peritos apreenderam sete cápsulas de pistola, e mais uma perto do veículo da vítima.

A assessoria da PRF em Mato Grosso do Sul afirmou que, na versão do policial preso em flagrante, ele teria tentado abordar a caminhonete Toyota Hilux conduzida por Adriano Correia, que teria desobedecido e avançado com o veículo na direção do agente. Diante da ocorrência, o policial, que dirigia uma Mitsubishi Pajero, teria perseguido a vítima e efetuado os disparos em seguida.

Correio do Estado


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